sábado, 12 de março de 2011

Acampamento em Marte: Riscos
Bom pessoal eu vi um vídeo que fala sobre a construção de acampamento em Marte daqui alguns milhares de anos quando tiver esgotado todos os nossos recursos naturais, e gostaria de fazer um resumo do que é comentado no vídeo. 
OBS: Não posso postar o videos por não ter direitos autorais sobre o conteúdo.
Bom o vídeo fala que existe varios riscos de se construir um acampamento em Marte, bom vou sita alguns:
1° Perigo quase que iminente de sermos atingidos por meteoritos;
    Os meteoritos são pedaços de roxas espaciais que viajão no espaço com uma velocidade impressionante e que nos atingir pode nos matar na hora ou rasgar o trage espacial causando vario danos, como perda de oxigênio rapidamente e o mais terrível pode nos explodir, calma vou explicar é por causa que aqui na terra nosso corpo sofre uma preção de 7 quilos por centímetros ² de vários gases, mas nosso corpo empurra a pele para fora controlando essa preção.

Mas nos espaço não existe preção atmosférica e um completo vácuo, mas nosso corpo não sabe disso por isso que ele ainda continua dando preção na nossa pele de dentro para fora ai como não tem atmosfera dando uma preção inversa começa rasgar completamente a pele até irmos ao óbito ex:
 2° O Dinheiro Gasto na Construção do Acampamento;
    Bem se as agencias espaciais já gastão bilhões de dolares com "simples" lançamento de um satélite ou a uma visita a lua ou Marte etc. Imaginem quanto gastarão para construir varias casas em Marte seria varias viagens de foguetes carregando ferro e outros tipos de aço . Seria quase que um calculo inimaginavel só para construir, então imagine quanto seria a venda dessas propriedades. Já podemos até imaginar quem iria morar nessas casa espaciais.
Brasil corre risco de perder oportunidade na área espacial, alerta Jobim


O Brasil corre o risco de perder uma excelente oportunidade de se tornar um grande centro lançador de satélites, caso se confirme a redução para apenas 8713 hectares da área destinada ao Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, com o objetivo de garantir maior extensão de terras a remanescentes de quilombolas. O alerta foi feito nesta quarta-feira (1º) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).

Durante a audiência, o ministro lembrou que a Base de Alcântara possui a melhor localização do planeta, por causa de sua proximidade com a linha do Equador - o que torna mais baratos os lançamentos de satélites. A área destinada ao centro em 1983 foi de 62 mil hectares. A partir de um relatório antropológico a respeito dos quilombolas residentes na região, observou, o espaço foi reduzido para 8713 hectares

sábado, 5 de março de 2011

Foguete falha e satélite de US$ 420 milhões não entra em órbita

O foguete Taurus XL, que levaria ao espaço o satélite de sensoriamento meteorológico Glory sofreu uma pane 3 minutos após o lançamento e de acordo com os dados telemétricos não conseguiu atingir a órbita programada. Com a falha, a Nasa entrou em "estado de contingência" e tomou medidas de segurança para impedir que o artefato caísse sobre áreas populosas.
De acordo com a agência espacial americana, um dos ignitores que deveria separar a proteção do satélite no nariz do foguete não funcionou. Com excesso de peso, o Taurus XL não conseguiu atingir velocidade suficiente para alcançar a órbita programada a 705 km de altitude.
O lançamento ocorreu às 07h10 pelo horário de Brasília e foi feito a partir da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia e o objetivo seria colocar em órbita o satélite Glory, avaliado em 420 milhões de dólares. A missão já tinha sofrido um adiamento em 23 de fevereiro, depois que uma falha nos computadores de bordo foi detectada um dia antes do lançamento.

Essa é a segunda falha de um lançamento de um foguete Taurus XL em dois anos. Em 2009, um foguete semelhante sofreu o mesmo tipo de falha e não conseguiu colocar em órbita polar o satélite de sensoriamente remoto OCO (Orbiting Carbon Observatory). O satélite não conseguiu atingir a órbita a 705 km de altitude e caiu no oceano Pacífico, na região da Antártida.
Ainda não se sabe o destino do Glory. Como a trajetória do foguete deveria colocar o satélite em órbita polar, é bem possível que o mesmo tenha seguido o mesmo caminho, mas não se pode descartar a possibilidade de ter sido explodido ainda sobre o espaço aéreo da Califórnia ou Pacífico oriental.

Sonda Messenger pronta para entrar em órbita de Mercúrio

Aproximações sucessivas
A sonda Messenger, enviada ao espaço pela NASA em 2004, está prestes a entrar em órbita de Mercúrio, o menor planeta do Sistema Solar e também o mais próximo do Sol.
Antes dessa aproximação final, quando a sonda entrará em órbita do planeta, a Messenger já fez rasantes sobre Mercúrio, que deram aos cientistas informações inéditas sobre sua formação.
Em 2008, a Messenger mostrou que Mercúrio está mais vivo do que se pensava.
No segundo sobrevoo, em 2009, os cientistas tiveram novas informações sobre a interação do campo magnético de Mercúrio e sobre seu passado geológico. Esta foi a primeira vez que o homem pode ver partes do planeta nunca observadas antes - veja Mercúrio é um planeta muito dinâmico, revela sonda Messenger.
Ainda em 2009, o terceiro rasante da Messenger sobre seu alvo revelou uma cauda em Mercúrio.

Escudo térmico
Como as temperaturas em Mercúrio chegam a 400ºC, um dos maiores desafios para a missão foi construir um isolamento térmico capaz de evitar que a sonda derretesse ao chegar a seu destino.
"Fizemos uma espécie de sombrinha extremamente fina, como um biscoito. Ela mantém a temperatura exterior de mais de 315ºC atrás da barreira, onde estão os equipamentos ela fica por volta de 20ºC," afirma o engenheiro Eric Finnegan, da Universidade Johns Hopkins.

Brecada crítica
O centro de controle, em Washington, está enviando os últimos comandos para reduzir a velocidade da nave. Qualquer erro nesta fase pode levar a sonda a se despedaçar na superfície de Mercúrio ou a se perder no espaço, como aconteceu recentemente com uma sonda japonesa que deveria entrar em órbita de Vênus.
O próximo passo vai ser a ignição dos retrofoguetes para a entrada em órbita. A partir de então, a sonda começará a observar Mercúrio mais de perto, embora já tenha enviado à Terra fotos nítidas da superfície do planeta em suas passagens anteriores.
Os cientistas acreditam que, ao conhecer Mercúrio mais a fundo, será possível compreender melhor como a Terra e os outros planetas do sistema solar se formaram.
Desculpe pessoal pela falta de postagens.
Isso ocasionol porque eu esta muito o culpado com provas finais e nas ferias eu não tinha nem um computador por perto para mim postar as materias.
Ass: Riallis adm.